Uma visita inesperada...
Percebo que não sei o que fazer...
Olho para os lados,
busco uma resposta...
Sem sucesso, obviamente...
Então eu, conturbado,
Abro a porta...
E mal o faço e já vai entrando...
e vai falando...
E vem cumprimentando...
E, sem reação, apenas observo...
E vigio...
É uma invasão.
É um insulto.
É quase um desrespeito.
E não é uma opção.
Ele, ao terminar seu telefonema,
vai embora.
E se despede...
Minhas únicas palavras...
"Bata a porta quando sair".
segunda-feira, 9 de março de 2009
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